Por: Irisbel CorreiaAusente por um tempo para completar a metamorfose, despida do casulo, agora posso voltar a ser eu. Percorrer novos caminhos, sentir o vento acariciar meu rosto. Pronta para pular de novo, e de novo e de novo, mesmo que o baque seja dolorido.
Porque a dor é efemera se comparar com a plenitude da liberdade de ter vários percursos, alcançar voos mais altos, ficar por uns instantes com os pés foras do chão sem sair da superfície. Ampliar os horizontes e perceber que a vida é muito mais que o mundinho rosa que criamos. Agora sim pronta para voar.
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